Uma vez disseram-me "não prestas para nada!". Acreditei.
No tempo que se seguiu esforcei-me para prestar para qualquer coisa. Nunca consegui.
Só pode ser porque não me esforcei o suficiente. Obviamente.
Isso torna a frase verdadeira. Não quero, mas ainda acredito nela.
Na busca incessante da minha verdade, invento que quero dedicar-me às coisas que nunca saberei sentir nem sequer escrever. Fantasio mentiras até parecerem verdades. Não obstante, aqui continuarei.
ola, passa no meu blog para veres as fotos dos cachorros! beijocas
ResponderEliminarOlá Patinha.
ResponderEliminarNão devias ter acreditado e mesmo assim a frase não ficou verdadeira! Prestas agora, muitíssimo e tenho a certeza que já prestavas também na altura em que a frase foi dita porque és tu, e só pela forma como vês as coisas, e como escreves sobre elas, já prestas tanto!
ResponderEliminarOlá Redonda!
ResponderEliminarÀs vezes deixo-me abater pelas más recordações.
A frase não é verdadeira, eu sei, mas não consigo deixar de senti-la como tal... é uma das minhas fraquezas...