quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Porte e propagação de um modelo de pergunta (que por acaso é parva)



Há quem diga que não existem perguntas parvas e sim respostas parvas. Não concordo. Eu cá ouço-as. São frequentes, são até mais que isso, são constantes.

- Olhe, tem silicone?
- Nã...
- Não me sabe dizer onde é que eu posso arranjar?
- Nesta mesma rua, no número 13.
- ...?!... Ah...! Você aqui não tem?

Ai ai ai... eu cerro os punhos e engulo em seco em vez de dizer:
- Claro que tenho! Só que você é tão feio que não me apetece vender-lhe nada! Estou a mandá-lo para a loja do vizinho mas 'tou a ver que devia era mandá-lo à merda!

4 comentários:

  1. Bem estou a ver que tenho de ter cuidado e se algum dia aparecer por aí não perguntar por silicone :)

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  2. É melhor... ;)
    Sabes, às vezes, quando releio este tipo de texto mesmo que só tenham passado algumas horas, começo a achar que era melhor esconder-me sob pena de estar a propagar em alto som a total ausência de vocação para balconista...
    Ainda bem que ainda ninguuém se lembrou de perguntar onde é que eu trabalho...

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  3. Eu sei onde és "balconista" e prometo que não irei lá comprar silicone.
    O trivial para terminar: bom ano 2009 a mandar os merdosos comprar silicone ao 13.

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  4. Ai ai ai... e ainda por cima assistes a (quase) tudo... ;)

    Bom Ano!


    E que os merdosos vão, mas que vão mesmo, à merda.

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