Passei no Lumiar e cuidei de estar noutra cidade qualquer, está tudo iluminado, há inclusive uma extensão enorme de luzinhas dando as boas-vindas à freguesia. Um primor.
Aqui por estas bandas a luz natalícia anda muito pobrezinha, em comparação com anos anteriores. Na Praça de Londres há apenas uma árvore iluminada com a cor excelsa do Natal: vermelho. Está linda, toda preenchida por pontinhos luminosos, desde tronco a ramos. À hora do almoço já se encontra luzindo tenuemente e à noitinha chega o esplendor vermelho. Na Praça do Chile alguém se lembrou de enfeitar o Fernão de Magalhães com chapéus de chuva abertos. Quero dizer... uns abertos, outros meio abertos e ainda outros totalmente fechados. À noitinha acende-se a luz e a obra de arte, que nada tem a ver com Natal, pisca-pisca formando uma visão sui generis.
É assim o Natal. Tempos de crise, é o que dizem...
Também vi, hoje, os chapéus de chuva abertos e, confesso, não percebi.
ResponderEliminarE agora não sei que diga, mas escreve tanto que já estou perdido. Um dia destes estou de volta.
:)
ResponderEliminarVolte sempre, Manuel.