Se eu fosse a Marta teria um daqueles aparelhómetros que assentam em cima da tola e têm um micro-microfone, deixam as mãos desocupadas e assim poderia escrever livre e desembaraçadamente enquanto falo ao telefone.
Eu não. Eu cá tenho um senhor amigo que me segura o papel para que não escorregue enquanto manuscrevo as moradas dos clientes. Bem-haja.
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