quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Aqui não reina a calma
terça-feira, 18 de novembro de 2008
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
O que faz marimbar-me para o anonimato
Ele - Olha, tu é que sabes... mas eu acho que não devias publicar isso...
Ela - Eh pá mas é tão giro...!
Ele - Não sei, Gina... tu vê lá...
Ela - Já reparaste bem na piada da coisa? É ma-gní-fi-ca!!! Dava um post do caraças! Não vou resistir... oh pá, era tão giro...
Ele - A não ser que contes a história género 'tenho um amigo que me contou que conhece um amigo que lhe contou que conhece alguém a quem aconteceu isto assim-assim'.
Ela - Mas isso assim não tem qualquer piada...! Oh...!
Ele - Olha que o assunto é sério... tu vê lá...!
Ela - Ok... eu não escrevo...
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Bolo de Bolachas (que não dispersaram)
Batem-se as natas, que devem estar geladas, com o chocolate e o açúcar até estarem consistentes. De seguida mergulham-se as bolachas no café e colocam-se num prato. Por cima espalha-se o creme de natas. Volta a colocar-se nova camada de bolachas mergulhadas no café para se voltar a espalhar o creme de natas e assim sucessivamente até acabar as bolachas, o creme ou ambos.
Inventei este bolo, por assim dizer. Possivelmente já terá sido inventado por outra cabeça qualquer mas seja como for e como isso pouco importa, fui eu que fiz o bolo que se vê na foto.
E desta vez as bolachas não dispersaram como está descrito neste post e no qual está a minha promessa de publicar a receita uma vez que aquando dessa publicação não a descrevo.
Peço desculpa por faltar à promessa e nunca ter publicado a receita original - até porque cheguei a fazê-lo mais do que uma vez - mas a receita que tenho ali guardada no meu dossier deve ter um erro qualquer nas doses porque as bolachas dispersaram em todas as vezes que fiz o bolo.
Então resolvi inventar um creme. E saiu muito bem.
domingo, 16 de novembro de 2008
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Para escrever preciso de acentar e de assentar as ideias que me surgem. Umas sou eu que as fabrico mas outras são-me fornecidas pelo que vejo e ouço em outros.
sábado, 15 de novembro de 2008
O emplastro
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Passatempo
O meu blog em pedaços - cinco
Porque gosto que o que escrevo tenha um rosto.
Porque estou aqui, estou viva e sou eu que escrevo isto.
Porque a minha timidez não chega até aí.
Porque sou tão gira quanto vaidosa.
Pragmaticamente é isto.
Já laconicamente, é:
- porque gosto
- porque quero
- porque sim
Passeando
Apontar
indicar
apontar;
designar;
aconselhar;
inculcar;
revelar;
esboçar.
Sinónimos da palavra 'indicar' retirados daqui.
O tempo
O tempo que para tudo serve...
Serve para fazer. Faz-se tempo quando temos o relógio adiantado em comparação com o de alguém que esperamos.
Serve para dar. Ainda dá tempo de ir ali ou de fazer isto e aquilo. Dá-se tempo ao tempo que todo o tempo tem.
Lado B
Hoje é Sexta-feira e isso significa que estamos em véspera de fim-de-semana. Mas, e por causa do ócio em que agora vivo, a Sexta-feira não significa que amanhã vá passear apesar do Verão de S. Martinho estar aí com todo o vigor...
Domingo à noite vingo-me! Ossos do ócio...
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Como gosto de terminar o que me proponho fazer, hoje decidi deitar mão ao trabalho e escrever acerca do:
Seat Córdoba 1400 TDI
Chegou em trinta e um de Agosto de dois mil e cinco, novinho e a estrear, nunca tal tínhamos sentido!
Que dizer de um carro novo? É novo, ora pois! Não tem nódoas ou pó, pelo chão não há qualquer papelinho, nem cabelos, nem pecinhas de brinquedos, nem CD’s, nem lama ou areia da praia… na mala não há ferramentas, nem casacos ou alguma toalha de praia esquecida, nem chapéus-de-chuva velhos para eventuais descargas pingadas de alguma nuvem carregada de humidade, nem as artimanhas a que o Passat nos habituara, não há nada… até lhe falta personalidade! Tem aquele cheirinho a novo, aquele cheirinho género ‘mete-me as mãos, vá! possui-me agora!!!’ E nós metemos… e possuímos… e foi um prazer. Mas um prazer assustadiço.
A primeira vez que conduzi o meu carro ia-me caindo tudo ao chão, tive tanto medo como quando comecei a conduzir. Porque era novo tinha medo de estragar, era tudo tão diferente... em termos de visibilidade e manobra não tinha nada a ver com a antiga 'banheira'... No entanto, devo acrescentar que esse sentimento depressa partiu - popozinho lindo da mamã, aqui estou eu!!!
Local da foto: Loures, junto ao (tão 'temido') bairro das Sapateiras.
Data: Novembro de 2008
Local da foto: Loures, numa dessas estradinhas antigas e quase intransitáveis tão pitorescas desta região, esta estrada que aparece na foto circunda o Palácio do Correio-mor
Data: Novembro de 2008
Aqui numa perspectiva diferente das anteriores. Aquela ali sou eu... não me lembro se estava a espreguiçar-me ou só a posar para a foto. Já passaram mais de três anos sobre a data em que esta foto foi tirada e devo dizer que continuo com pouco juízo... continuo a fazer gracinhas deste tipo...
Eu e o Luís. Com o popozinho estacionado atrás. Não dá para ver bem mas paciência..
Local da foto: Lisboa, Belém
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Diário
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Dar-me a conhecer a quem já me conhece
Evolução
Às vezes questiono-me: para que me servirá a perspicácia e a intuição que possuo? Há momentos em que acho que só me atrapalha. Penso demais... observo demais... por isso tiro demasiadas conclusões e opiniões francamente evitáveis. E isto, não é algo que eu tenha que fazer, simplesmente está na minha maneira de ser: olhar, ver, ouvir e concluir...Surge-me muitas vezes a ideia de que devia ser mais simples. Por vezes fico infeliz com as tais conclusões e opiniões. Sou complicada e há dias em que isso me desagrada. Hoje é um desses dias.
O texto acima foi escrito há sensivelmente dois anos.
Hoje não sinto aquilo. Hoje não sou assim. Aprendi a tirar partido desta perspicácia e intuição que não me largam deixando inclusive de querer largá-las por aí, dão-me cá um jeito...! Com elas construo grande parte deste blogue.
Consoante inexistente
Títulos
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