quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Aqui não reina a calma

Fui à feira. O movimento fazia-se através dos fregueses e dos feirantes num constante e barulhento vai-vem, obviamente.
É comum os feirantes levarem os filhos o que por mim tudo bem, pois claro, até porque eu sei muito bem o que é ter que 'levar' com os ricos filhos no local de trabalho, é muito difícil controlar os filhos no local de trabalho e eles até sabem isso.
Mas agora concentrando-me nos filhos dos outros porque também é giro - havia correria por todo o lado, aquelas crianças são imparáveis, continuo sem saber que o que darão de comer aos cachopos para haver tanta energia e resistência.
Ora bem, eu tenho um dói-dói na perna... e de cada vez que via uma daquelas crianças correr na minha direcção encolhia-me toda. Depois de tantas vezes me encolher comecei a ficar sem paciência e comecei a ter pensamentos do género:

" Se me tocas nas pernas levas uma caqueirada nos cornos que nem sabes de que lado vinhas!"

Eu sou uma pessoa muito calma...

terça-feira, 18 de novembro de 2008

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Li por aí na blogosfera alguém aconselhar outro alguém a não escrever nada se sentir que não tem nada a dizer. Dei importância a este conselho, achei-o muito válido.
Desde aí, há dias em que esse conselho dado a outro martela na minha cabeça lembrando-me que não tenho nada a dizer... mas há momentos em que para além desse vazio, sinto que se forçar um bocadinho isto dará qualquer coisa.
E deu. Deu um conselho de valor.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O que faz marimbar-me para o anonimato

Pois é! Não me escondo nem só um bocadinho e depois há coisas destas:


Ela - Ai Luís, que belo post que isso vai dar...!

Ele - Olha, tu é que sabes... mas eu acho que não devias publicar isso...

Ela - Eh pá mas é tão giro...!

Ele - Não sei, Gina... tu vê lá...

Ela - Já reparaste bem na piada da coisa? É ma-gní-fi-ca!!! Dava um post do caraças! Não vou resistir... oh pá, era tão giro...

Ele - A não ser que contes a história género 'tenho um amigo que me contou que conhece um amigo que lhe contou que conhece alguém a quem aconteceu isto assim-assim'.

Ela - Mas isso assim não tem qualquer piada...! Oh...!

Ele - Olha que o assunto é sério... tu vê lá...!

Ela - Ok... eu não escrevo...



E agora em letrinhas smallest e muito cá para baixo:
Era uma história de fufas... tão gira, tão gira, pá!!! Enfim, isto são os ossos que tenho que roer por ser uma figura pública em certas zonhas de Lisboa... é que ia ser um post do ca-ra-ças...!

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Há amigos e amigos. Há amigos que não descansam se preciso deles e há amigos que demonstram disponibilidade fictícia.

Segurar a amizade dá uma trabalheira do caraças... e eu confesso que o meu comportamento muitas vezes oscila entre o ser amiga e o ser amiga.

Bolo de Bolachas (que não dispersaram)


2 pacotes de natas

1 1/2 chávena de chá de chocolate em pó

1 chávena de chá de açúcar

2 pacotes de bolacha Maria

café q.b.


Batem-se as natas, que devem estar geladas, com o chocolate e o açúcar até estarem consistentes. De seguida mergulham-se as bolachas no café e colocam-se num prato. Por cima espalha-se o creme de natas. Volta a colocar-se nova camada de bolachas mergulhadas no café para se voltar a espalhar o creme de natas e assim sucessivamente até acabar as bolachas, o creme ou ambos.

Bom apetite!!!




Inventei este bolo, por assim dizer. Possivelmente já terá sido inventado por outra cabeça qualquer mas seja como for e como isso pouco importa, fui eu que fiz o bolo que se vê na foto.
E desta vez as bolachas não dispersaram como está descrito
neste post e no qual está a minha promessa de publicar a receita uma vez que aquando dessa publicação não a descrevo.
Peço desculpa por faltar à promessa e nunca ter publicado a receita original - até porque cheguei a fazê-lo mais do que uma vez - mas a receita que tenho ali guardada no meu dossier deve ter um erro qualquer nas doses porque as bolachas dispersaram em todas as vezes que fiz o bolo.
Então resolvi inventar um creme. E saiu muito bem.

domingo, 16 de novembro de 2008

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Para escrever preciso de acentar e de assentar as ideias que me surgem. Umas sou eu que as fabrico mas outras são-me fornecidas pelo que vejo e ouço em outros.
Esta última quase me transforma em escrevente. Mas sendo que escrevente é quando se escreve copiando de alguém ou o que outrem dita (está aqui), primeiro acento a ideia que vi ou ouvi na vida de alguém, e depois assento-a até ao ponto em que me parece minha.
É este o processo mais frequente. Mas... não foi o processo utilizado para escrever o que acabaste de ler... Este é fabricação minha.

sábado, 15 de novembro de 2008

O emplastro


Manhã calma, fresca, apetecível a passeios pedestres... a luz solar é intensa e a brisa outonal é mui ligeira... tão ligeira que as folhas que cobrem o chão ficam por ali... quietas e sossegadas... dispostas a posar para mim. E eu quero fazer clique na minha máquina, quero pois! Mas queria também que o homem saísse dali...
Para fazer tempo fui tirando outras fotos e tal, fui falando com o Luís, sempre esperançada que o homem bazasse, mas qual quê? Não havia meio de isso se dar!
- Lembras-te daquela revista que tinha sempre um artigo com fotos onde apareciam os emplastros? - disse o Luís - Podes pôr no teu bolgue uma coisa semelhante.
Hum... fiquei com medo de ser descoberta. E se o homem vai à Internet e se vê escarrapachado na minha página virtual abarrotada de predicados extraordinarios? Olha...! Pois que veja...!
É claro que isto sou eu a armar-me em importante e tal... ainda bem que o meu blogue é mesmo pequenininho e apagadinho e sumidinho e fraquinho e quase ninguém cá vem. Ainda bem. Assim sempre posso publicar uns emplastrozinhos de vez em quando e até posso ser atrevida ao ponto de divulgar onde é que a foto foi tirada. Ele há coisas mesmo boas...!



Alameda Dom Afonso Henriques - Lisboa


sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Passatempo

Ando entretida a ler post's antigos de dois blogues que costumo ler. É engraçado, na verdade é mais interessante do que engraçado, o amadurecer das pessoas. Conforme vão penetrando neste mundo da escrita desenvolvem ideias e sentimentos cada vez mais aberta e destemidamente, assumindo ideias, sentimentos, erros.
Há pontos chave que nunca abalam, considero isso deveras interessante. Se por um lado somos seres mutantes, por sujeição das circunstâncias ou por imposição das mesmas ou ainda por outra coisa qualquer, por outro a nossa marca está sempre em nós apesar das vivências.
Como são dois blogues que acompanho há largos meses, reconheci logo nos primeiros post's a pessoa que escreve agora.
Isto que acabei de escrever faz-me lembrar que sou assim, tal e qual como eles. E porque me revejo neles enquanto bloguista, consigo construir um texto em que era suposto escrever acerca deles mas que acabo por escrever baseando-me em mim própria.

Os blogues são:


O meu blog em pedaços - cinco

Foto no perfil - porquê?


Porque gosto que o que escrevo tenha um rosto.

Porque estou aqui, estou viva e sou eu que escrevo isto.

Porque a minha timidez não chega até aí.

Porque sou tão gira quanto vaidosa.

Pragmaticamente é isto.

Já laconicamente, é:

  1. porque gosto
  2. porque quero
  3. porque sim

Passeando

Continuando, no passeio de hoje Loures deu mostras de Outono no amarelo das folhas ao qual se juntou o sol, provocando um intenso brilho que eu tenho muita pena de não saber captar com a minha máquina... faço o que posso e fica aqui o que consigo.

De seguida, dei com isto. Alguém achou que o cimo de uma árvore era um belo sítio para deixar apodrecer uma velha bicicleta...


Apontar

Ainda um dia gostava de saber porque se diz que 'apontar é feio'. Quem terá inventado esta má-criação? Alguém com muito pudor com certeza... qual é a espiga de levantar o bracinho e esticar o indicador? Pois se até o próprio dedo tem nome alusivo à indicação!... Onde é que está a ofensa? E ofende quem? Talvez quem esteja na mira do dedo que aponta e tome o gesto como acusação de qualquer coisa, é isso. Mas é também criação de uma cabeça muito, muito púdica.

Quando hoje andava por aí vagueando para me mexer, uma senhora veio ter comigo perguntando-me se eu sabia onde era o Centro de Emprego. Para lhe indicar levantei o braço e estiquei o indicador, é mais cómodo e também é certeiro. Podia ter esticado o queixo, por exemplo, mas ia ficar a doer-me o pescoço porque não tenho um queixo proeminente. Não quis saber, indiquei com o indicador e já está! Fui indecente e desavergonhada? Paciênia, não tenho qualquer pudor em relação a isso.


indicar

v. tr.,
mostrar;
apontar;
designar;
aconselhar;
inculcar;
revelar;
esboçar.

Sinónimos da palavra 'indicar' retirados daqui.

O tempo

Porque achei mais duas utilidades ao tempo, vou continuar daqui.


O tempo que para tudo serve...

Serve para fazer. Faz-se tempo quando temos o relógio adiantado em comparação com o de alguém que esperamos.

Serve para dar. Ainda dá tempo de ir ali ou de fazer isto e aquilo. Dá-se tempo ao tempo que todo o tempo tem.

Remate:
Há dias vi num filme (do qual não recordo o nome, lamento...) alguém dizer que o tempo não existe pois quando dizemos as horas, façamos o que fizermos nunca as diremos certas pois quando acabarmos de as proferir... esse segundo já é passado, logo não há presente e o futuro, no fundo, está no presente...
Estanho, não? Baseando-me nesta ideia - afinal... não temos tempo.

Lado B

Entretanto, e por causa do post anteiror, descobri esta foto...


Hoje é Sexta-feira e isso significa que estamos em véspera de fim-de-semana. Mas, e por causa do ócio em que agora vivo, a Sexta-feira não significa que amanhã vá passear apesar do Verão de S. Martinho estar aí com todo o vigor...

Domingo à noite vingo-me! Ossos do ócio...

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Há já muito tempo que iniciei esta etiqueta. Comecei com vontade e por aí continuei mas quando dei por mim a vontade inicial esmoreceu e começou a abandonar-me.
Como gosto de terminar o que me proponho fazer, hoje decidi deitar mão ao trabalho e escrever acerca do:

Seat Córdoba 1400 TDI


Chegou em trinta e um de Agosto de dois mil e cinco, novinho e a estrear, nunca tal tínhamos sentido!
Que dizer de um carro novo? É novo, ora pois! Não tem nódoas ou pó, pelo chão não há qualquer papelinho, nem cabelos, nem pecinhas de brinquedos, nem CD’s, nem lama ou areia da praia… na mala não há ferramentas, nem casacos ou alguma toalha de praia esquecida, nem chapéus-de-chuva velhos para eventuais descargas pingadas de alguma nuvem carregada de humidade, nem as artimanhas a que o Passat nos habituara, não há nada… até lhe falta personalidade! Tem aquele cheirinho a novo, aquele cheirinho género ‘mete-me as mãos, vá! possui-me agora!!!’ E nós metemos… e possuímos… e foi um prazer. Mas um prazer assustadiço.
A primeira vez que conduzi o meu carro ia-me caindo tudo ao chão, tive tanto medo como quando comecei a conduzir. Porque era novo tinha medo de estragar, era tudo tão diferente... em termos de visibilidade e manobra não tinha nada a ver com a antiga 'banheira'... No entanto, devo acrescentar que esse sentimento depressa partiu - popozinho lindo da mamã, aqui estou eu!!!
Passar de um carro velho e a cair aos bocados para um a estrear deixa um sentimento de quase absurdo. Continuei ainda uns tempos com a mania que sabia conduzir, isto porque um carro novo não se nega e galga tudo o que dá um gosto enorme na condução. Eu nem imagino o que será conduzir um carro daqueles mesmo bons...!
Hoje sou mais calma na condução, gosto de velocidade mas já tenho menos mania que sei conduzir.
Passando agora às fotos:


Ei-lo! Até parece um carro grande...!
Local da foto: Loures, junto ao (tão 'temido') bairro das Sapateiras.
Data: Novembro de 2008

Não é tão lindo?
Local da foto: Loures, numa dessas estradinhas antigas e quase intransitáveis tão pitorescas desta região, esta estrada que aparece na foto circunda o Palácio do Correio-mor
Data: Novembro de 2008


Aqui numa perspectiva diferente das anteriores. Aquela ali sou eu... não me lembro se estava a espreguiçar-me ou só a posar para a foto. Já passaram mais de três anos sobre a data em que esta foto foi tirada e devo dizer que continuo com pouco juízo... continuo a fazer gracinhas deste tipo...
Local da foto: Albernoa, Baixo Alentejo
Data: Setembro de 2005


Eu e o Luís. Com o popozinho estacionado atrás. Não dá para ver bem mas paciência..
Local da foto: Lisboa, Belém
Data: Julho de 2008

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Diário

Assim de repente parece-me que não há nada de novo para escrever, isto por aqui continua igual ao de sempre. Tenho a sensação de que hoje não houve quaisquer novidades. Por outro lado no facto de não haver novidades pode residir a novidade.... Ah pois...! Quando é que foi que me aconteceu não ter nada para escrever? Não ter nada mas nada mesmo e não de não ter nada por aquilo que tenho para escrever ser impublicável... Não sei, penso que nunca me aconteceu...
Amanhã se verá. Ou hoje ainda.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Dar-me a conhecer a quem já me conhece

O Luís contou a um cliente que tenho um blogue. Não se ficando por aí, mostrou-lho e ainda lhe escreveu num papelinho o endereço para ele ler no futuro.
Nesse dia, o cartão de visita do meu blogue, era um daqueles post's bem humorados e ao que parece o homem fartou-se de rir.
É estranho. O saber que alguém que me conhece lê o que escrevo é um sentimento estranho por ser contraditório, custo a saber descrevê-lo. Mas sempre posso tentar...
Por um lado aparece em mim uma vaidade que vai crescendo... Cresce até ser derrubada pelo pensamento que não escrevo nada que jeito tenha. Enquanto é agradável pensar 'ena...! o senhor doutor leu o meu blogue e até achou piada...!' quase em simultâneo aparece-me aqui o desagrado, porque também penso 'ui...! ainda bem que o homem não leu aquele assim-assim...'
E tudo desmorona! Sinto-me mal e acho que já não vou poder passar para lá da linha que delimita até onde posso ir. E eu não quero limitar o que escrevo. Isto perderá toda a piada e lá se vai o prazer que tenho em escrever...
O facto de escrever com a possibilidade de ser lida por quem me conhece ainda não me limitou. Felizmente tenho facilidade em esquecer essa questão. Mas... às vezes acontece-me quando estou a escrever um texto mais provocante ou polémico passar-me pela cabeça que vou ser lida... Não obstante, aqui continuarei!
O senhor doutor que leu (e não sei se irá ler mais alguma vez mas... adiante!) o meu blogue vai ficar a saber que eu, para além de vender fechaduras e tampos de sanita, também sei escrever. Assim, quem conhece a cor dos meus olhos e já ouviu o tom da minha voz, vai poder saber o grau de inteligência que possuo através do meu blogue.
Essa é a parte boa e é com uma parte boa que eu quero terminar este post.

Evolução

Perspicácia para quê? (link)

Às vezes questiono-me: para que me servirá a perspicácia e a intuição que possuo? Há momentos em que acho que só me atrapalha. Penso demais... observo demais... por isso tiro demasiadas conclusões e opiniões francamente evitáveis. E isto, não é algo que eu tenha que fazer, simplesmente está na minha maneira de ser: olhar, ver, ouvir e concluir...Surge-me muitas vezes a ideia de que devia ser mais simples. Por vezes fico infeliz com as tais conclusões e opiniões. Sou complicada e há dias em que isso me desagrada. Hoje é um desses dias.


O texto acima foi escrito há sensivelmente dois anos
.
Hoje, enquanto vagueava por aí, e uma vez que não tenho que fazer, esbarrei neste post. E este é um bom exemplo de como mudo de opinião, de como a vida é mutante e imprevisível e de como eu oscilo com o balanço que a vida me dá.
Hoje não sinto aquilo. Hoje não sou assim. Aprendi a tirar partido desta perspicácia e intuição que não me largam deixando inclusive de querer largá-las por aí, dão-me cá um jeito...! Com elas construo grande parte deste blogue.
Há uns anos atrás, talvez não mais que meia dúzia e por imaturidade, ter-me ia feito urticária nas palmas das mãos constatar que mudara de opinião, iria parecer-me uma infantilidade não permanecer fiel às ideias por mim concebidas primariamente. Hoje não sinto qualquer comichão, sei que posso e até devo mudar de opinião e que isso só demonstrará horizontes mais longos e uma maior capacidade de gestão da minha pessoa... é que eu tenho uma personalidade múltipla.
Mas todos temos múltipla personalidade, não é?

Consoante inexistente


Há uma senhora tão gira, tão gira, tão gira...! É tão gira que hoje me lembrei dela, a troco de nada.
Quando aparece é frequente ser para comprar redes para o cabelo, é uma daquelas senhoras que usa carrapito e tem necessidade de o segurar muito bem, apesar da pouca quantidade de cabelo. Não, não é aí que está a graça e sim no modo como pede:
- Queria duas daquelas minhas redes para o cabelo fininhas - note-se o 'minhas' como se só por pedir já tivesse a compra feita...
E agora indo à razão de existir deste post, o 'f' de fininhas é articulado algures entre o 'f' e o 's'. Quase diz sininhas mas não chega lá, o que faz da dita pessoa alguém especial porque consegue pronunciar uma consoante que não existe nem se consegue sequer escrever...

Títulos

Sempre tive uma grande dificuldade com os títulos a dar aos meus post's. Gosto deles com uma só palavra o que nem sempre se coaduna com o tema e não raras vezes escolho o título depois do post pronto porque me parece que se escolher primeiro o título estou de certo modo a limitar o tema... é uma canseira!
Antes, quando pensava num título e ele não me aparecia, simplesmente não o colocava. Mas agora, desde que tenho o blogue com esta nova roupagem, o título é indispensável pois senão, nos dias em que escrevo mais que um post (desde há uns meses para cá são todos, diga-se) os post´s misturam-se, não há separação entre os post's.
Então... resolve-se assim - quando não tenho, não quero ou não encontro título para o post, o título passará a ser este:

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Loures

Uma cidade que junta o rural e a metrópole mas não necessariamente pela harmonia. É uma cidade em franco crescimento. É a minha cidade e eu gosto dela porque cresci aqui.