De passagem, ouvi:
- A puta* da minha neta mais velha roubou-me mais de meio quilo de ouro!
'Ah... a neta é puta porque roubou? Então a essas pessoas não se diz que são ladras? Acho (ou achava!) que sim... Ou então a rapariga para além de gamar o ouro à velha também amanda umas quecas por fora... e para dentro...' pensei eu.
E é assim... esta cidade é, também ela, fértil em gente castiça e engraçada.
Ainda vou ter saudades destes passeios que me obrigo a dar. Ai vou, vou.
- A puta* da minha neta mais velha roubou-me mais de meio quilo de ouro!
'Ah... a neta é puta porque roubou? Então a essas pessoas não se diz que são ladras? Acho (ou achava!) que sim... Ou então a rapariga para além de gamar o ouro à velha também amanda umas quecas por fora... e para dentro...' pensei eu.
E é assim... esta cidade é, também ela, fértil em gente castiça e engraçada.
Ainda vou ter saudades destes passeios que me obrigo a dar. Ai vou, vou.
*Aqui leia-se promiscua... sempre se dá um ar culto à coisa... é que a puta está para a promiscua assim como Chelas está para o Bairro Alto. Saloiamente falando - a puta está para a promiscua assim como o Bairro das Sapateiras está para a rua da República...



Enquanto tudo isto (exceptuando a calda de tomate) refoga, escorre-se o óleo das restantes latas de atum e corta-se uma cenoura aos bocadinhos. Quando a cebola e os alhos estiverem transparentes, verte-se no refogado cerca de um decilitro e meio de vinho branco, o tomate em calda, um caldo de peixe e uma malagueta.











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