terça-feira, 25 de novembro de 2008
Sonho
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Companhia
As Anas Cláudias
Fátima
O número 21
Por causa do que um leitor deste blogue comentou aqui, questionei o rico filho no sentido de saber até que ponto (ou se) o aborrecia exibir no seu equipamento o mesmo número que o Nuno Gomes. Ainda um dia tenho que explicar bem a relação interessantíssima que tenho com futsal e também tenho que descrever pormenorizadamente o primeiro jogo de futebol a que eu assisti no estádio do Benfica... tenho, tenho...
Bolo de Nozes
domingo, 23 de novembro de 2008
Não-romantismo
... acho que...
O meu blog em pedaços - seis
Filmes favoritos
«Não tenho porque não gosto de nenhum.» escrevi eu.
- é-me terrivelmente difícil estar sentada mais que dez minutos
- sou tremendamente sensível a imagens fortes ou chocantes, o mau que bate no bom e depois o bom farta-se de sofrer tudo isto com muito soco e pontapé... sou portanto, demasiado exigente
- chateia-me enormemente saber que aquilo vai acabar bem, ou seja, que no fim ela casa sempre com o cavalo e depois vem um leão e come-os a todos
Mas vou ao cinema de vez em quando...
Música favorita
- o jazz porque é reptitivo
- o heavy metal porque é uma sonoridade confusa e dispersa
- a música clássica porque funciona com repentes, não consigo ouvir nem baixo nem alto e isso baralha-me a audição e diminui o (eventual) prazer
De resto não sou esquisita. Foi principalmente por isso que escrevi que gosto de todas as músicas.
Livros favoritos
«Quando penso em livros só dois me vêm à memória - 'A Paixão de Jane Eyre' e ' O Diário de Anne Frank. » escrevi eu.
sábado, 22 de novembro de 2008
Futsal

sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Post parvo
Segue pedido em adiantado
Em 2009 desejo que...
... Os cientistas descubram um insecticida que não seja tóxico... porque é um problemão ter que enfrentar um cliente que quer matar bichos e fazê-lo sem se intoxicar e sem ter que abrir as janelas e sem ter que tomar precauções e sem estragar o ambiente e mais o raio que o parta!...
... Os ferrageiros descubram uma maneira de entrar em casa de alguém que esqueceu as chaves lá dentro sem arrombamento... e aqui é só porque num caso destes o 'arrombamento' é incontornável e os estragos são inevitáveis... Meus caros, tenham paciência... é que dá cá uma vontade de gritar:
Filhos da Mãe e do Pai
Ele...
És pouco boa, és!
Este post pretende ser provocador
Somos estranhos
Andando
Entrei no (agora) café do costume. Não bebi o café do costume porque acredito que todos os dias bebo um café diferente do dia anterior...
Sorri muito, muito mesmo... para ver se deixo de meter medo ao senhor do café. Ainda um dia vou fazer um post onde explanarei o efeito mais comum que a minha presença causa nas pessoas.
Na feira, comprei uma bolsinha para pôr as moedas todas que acho no chão e, enquanto me passeava por ali, ouvi um pregão interessantíssimo:
- Vá meninas! Aproveitem a comprar hoje que 'tá cá o pai dos pobres!
Bolo de Chocolate
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
A minha é uma santinha
Isto é meu. Parece que lhe perdi o sentido. Ando a ver se o encontro...
Este é o meu palco
Eu sou muitas.
Há, porém, uma de mim que não posso mostrar.
Não vou esquecê-la ou sequer guardá-la.
Só não a vou mostrar, só isso.
Estou triste porque já não tenho liberdade. Não tenho voz, tudo o que quero escrever é baço e inútil.
Pior que isso seria suportar a indiferença. E ainda pior, é aguentar a falta que sinto de ordenar e arrumar tudo por cores dentro da minha cabeça.
Escrever faz-me falta.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
O porquê de estar no cinema de óculos escuros
Café ou bica?
Despacha-te!
Modernidade
Minhas senhoras e meus senhores, caríssimos leitores(as), portanto, isto são os tempos modernos! Pensar que pela cabeça de alguém passa primeiro a ideia de ligar uma webcam em vez de instintivamente se deslocar até ao espelho para se mirar é uma bela tradução do que é a modernidade!
Post resultante de uma pesquisa
escritor é: autor de obra literária ou científica.
escrevente é: pessoa que copia o que outrem escreve ou o que outrem dita.
escrevedor é: aquele que escreve ou mau escritor, quando apresentado no sentido depreciativo.
A ideia de que sou escritora é inconcebível para mim. É um degrau demasiado alto para subir, não me sinto qualificada para tal. Nunca senti a coragem para usar esse título.
Há dias descobri a palavra 'escrevente', e também não se ajusta à minha pessoa, acho-a demasiado pequena porque tenho a certeza que consigo fazer muito mais que aquilo que a palavra determina.
'Escrevedora' é o que se adequa mais ao que faço e ao que sou. Eu sou aquela que escreve, mal e bem. Escrevo mal quando me limito a escrever sem que me sejam arrancadas as palavras, quando não pondero no tema, quando não disseco, restalhando tudo até que me pareça criação minha.
Escrevo bem quando liberto ou manifesto qualquer coisa, fazendo exactamento o oposto do que apresentei no parágrafo acima.
Sou, portanto, uma escrevedora. Aqui me tendes.
Eh pá...! C' olhões!!!
Encontrei esta imagem por aí. Achei a pessoa tão parecida comigo mas tão parecida comigo.... E lembrei-me de alguém.
Este post presta vassalagem a um amigo. Um dia, em conversa, abri muito os olhos e ele exclamou:
- Eh pá, c' olhões!
Aqui não reina a calma
terça-feira, 18 de novembro de 2008
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
O que faz marimbar-me para o anonimato
Ele - Olha, tu é que sabes... mas eu acho que não devias publicar isso...
Ela - Eh pá mas é tão giro...!
Ele - Não sei, Gina... tu vê lá...
Ela - Já reparaste bem na piada da coisa? É ma-gní-fi-ca!!! Dava um post do caraças! Não vou resistir... oh pá, era tão giro...
Ele - A não ser que contes a história género 'tenho um amigo que me contou que conhece um amigo que lhe contou que conhece alguém a quem aconteceu isto assim-assim'.
Ela - Mas isso assim não tem qualquer piada...! Oh...!
Ele - Olha que o assunto é sério... tu vê lá...!
Ela - Ok... eu não escrevo...
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Bolo de Bolachas (que não dispersaram)
Batem-se as natas, que devem estar geladas, com o chocolate e o açúcar até estarem consistentes. De seguida mergulham-se as bolachas no café e colocam-se num prato. Por cima espalha-se o creme de natas. Volta a colocar-se nova camada de bolachas mergulhadas no café para se voltar a espalhar o creme de natas e assim sucessivamente até acabar as bolachas, o creme ou ambos.
Inventei este bolo, por assim dizer. Possivelmente já terá sido inventado por outra cabeça qualquer mas seja como for e como isso pouco importa, fui eu que fiz o bolo que se vê na foto.
E desta vez as bolachas não dispersaram como está descrito neste post e no qual está a minha promessa de publicar a receita uma vez que aquando dessa publicação não a descrevo.
Peço desculpa por faltar à promessa e nunca ter publicado a receita original - até porque cheguei a fazê-lo mais do que uma vez - mas a receita que tenho ali guardada no meu dossier deve ter um erro qualquer nas doses porque as bolachas dispersaram em todas as vezes que fiz o bolo.
Então resolvi inventar um creme. E saiu muito bem.
domingo, 16 de novembro de 2008
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Para escrever preciso de acentar e de assentar as ideias que me surgem. Umas sou eu que as fabrico mas outras são-me fornecidas pelo que vejo e ouço em outros.
sábado, 15 de novembro de 2008
O emplastro
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Passatempo
O meu blog em pedaços - cinco
Porque gosto que o que escrevo tenha um rosto.
Porque estou aqui, estou viva e sou eu que escrevo isto.
Porque a minha timidez não chega até aí.
Porque sou tão gira quanto vaidosa.
Pragmaticamente é isto.
Já laconicamente, é:
- porque gosto
- porque quero
- porque sim
Passeando
Apontar
indicar
apontar;
designar;
aconselhar;
inculcar;
revelar;
esboçar.
Sinónimos da palavra 'indicar' retirados daqui.
O tempo
O tempo que para tudo serve...
Serve para fazer. Faz-se tempo quando temos o relógio adiantado em comparação com o de alguém que esperamos.
Serve para dar. Ainda dá tempo de ir ali ou de fazer isto e aquilo. Dá-se tempo ao tempo que todo o tempo tem.
Lado B
Hoje é Sexta-feira e isso significa que estamos em véspera de fim-de-semana. Mas, e por causa do ócio em que agora vivo, a Sexta-feira não significa que amanhã vá passear apesar do Verão de S. Martinho estar aí com todo o vigor...
Domingo à noite vingo-me! Ossos do ócio...
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Como gosto de terminar o que me proponho fazer, hoje decidi deitar mão ao trabalho e escrever acerca do:
Seat Córdoba 1400 TDI
Chegou em trinta e um de Agosto de dois mil e cinco, novinho e a estrear, nunca tal tínhamos sentido!
Que dizer de um carro novo? É novo, ora pois! Não tem nódoas ou pó, pelo chão não há qualquer papelinho, nem cabelos, nem pecinhas de brinquedos, nem CD’s, nem lama ou areia da praia… na mala não há ferramentas, nem casacos ou alguma toalha de praia esquecida, nem chapéus-de-chuva velhos para eventuais descargas pingadas de alguma nuvem carregada de humidade, nem as artimanhas a que o Passat nos habituara, não há nada… até lhe falta personalidade! Tem aquele cheirinho a novo, aquele cheirinho género ‘mete-me as mãos, vá! possui-me agora!!!’ E nós metemos… e possuímos… e foi um prazer. Mas um prazer assustadiço.
A primeira vez que conduzi o meu carro ia-me caindo tudo ao chão, tive tanto medo como quando comecei a conduzir. Porque era novo tinha medo de estragar, era tudo tão diferente... em termos de visibilidade e manobra não tinha nada a ver com a antiga 'banheira'... No entanto, devo acrescentar que esse sentimento depressa partiu - popozinho lindo da mamã, aqui estou eu!!!
Local da foto: Loures, junto ao (tão 'temido') bairro das Sapateiras.
Data: Novembro de 2008
Local da foto: Loures, numa dessas estradinhas antigas e quase intransitáveis tão pitorescas desta região, esta estrada que aparece na foto circunda o Palácio do Correio-mor
Data: Novembro de 2008
Aqui numa perspectiva diferente das anteriores. Aquela ali sou eu... não me lembro se estava a espreguiçar-me ou só a posar para a foto. Já passaram mais de três anos sobre a data em que esta foto foi tirada e devo dizer que continuo com pouco juízo... continuo a fazer gracinhas deste tipo...
Eu e o Luís. Com o popozinho estacionado atrás. Não dá para ver bem mas paciência..
Local da foto: Lisboa, Belém
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Diário
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Dar-me a conhecer a quem já me conhece
Evolução
Às vezes questiono-me: para que me servirá a perspicácia e a intuição que possuo? Há momentos em que acho que só me atrapalha. Penso demais... observo demais... por isso tiro demasiadas conclusões e opiniões francamente evitáveis. E isto, não é algo que eu tenha que fazer, simplesmente está na minha maneira de ser: olhar, ver, ouvir e concluir...Surge-me muitas vezes a ideia de que devia ser mais simples. Por vezes fico infeliz com as tais conclusões e opiniões. Sou complicada e há dias em que isso me desagrada. Hoje é um desses dias.
O texto acima foi escrito há sensivelmente dois anos.
Hoje não sinto aquilo. Hoje não sou assim. Aprendi a tirar partido desta perspicácia e intuição que não me largam deixando inclusive de querer largá-las por aí, dão-me cá um jeito...! Com elas construo grande parte deste blogue.
Consoante inexistente
Títulos
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Simplicidade
Ondulação
- Ontem eram onze e meia quando almocei
- Hoje e agora, são duas e meia e ainda não almocei
Alívio
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Invencionice
A cabeleira é loura e bem penteada, um véu de seda platinada que lhe dá pelos ombros, reflecte uma luz que incide no meu olhar, toldando-me a vista. Enverga umas calças com padrão animalesco, um top branco justinho e cruzado em cima do peito. Combinação de grande relevo, esta. As sandálias são feitas de tecido bege com uma flor em cima do peito do pé. São pomposamente lindas! Completando o visual carrega consigo um conjunto completo de bijutaria descomunal e dourada. A maquilhagem está fora da tonalidade certa, carrega-lhe a expressão fazendo-a parecer velha e impressiva.
Entra na igreja quando o ofício já conta 15 minutos - atrasos são já seu costume desde uma data lá longe. A sua passagem cria furor. Uma cabeleira daquelas é de prender a atenção de qualquer um, mesmo daqueles que estão num lugar de estar com e em reverência.
A partir de um momento sem mais significação que a que se encontra escrita acima, inventei. Escrevi um texto inventado mas é porque existe o que escrevi que consegui inventar.
Nota de rodapé:
Eu acredito em Deus mas não acredito nas pessoas porque sei o mal que sou.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Como se de desafio se tratasse...
Ovos, preços e medidas
O tempo
Serve para fazer conversa quando falta assunto. É abusiva e erradamente usado para parecer que se diz coisas interessantes. Já agora - o tempo hoje está magnífico!...
Serve para apagar as tristezas. Para que o passado se distancie tornando tudo mais facilmente insuportável. O tempo é a bendita existência que tudo apaga...
Serve para passar quando não se faz nada. Mesmo vivendo imersa nesta ociosidade em estado líquido, ele está presente. O tempo vai passando...
Serve para contar o que ainda falta e o que já passou. Contam-se os dias através do tempo...
Serve para esquecer. Há aquilo que não poderei escrever porque não me lembro. Já não vou a tempo...
Serve para mudar. Houve tempo que eu pensava assim, era aquilo e pensava que estava bem. Hoje sei que nunca estarei bem e é por saber que não estou mal, que vou querer mudar no tempo que ainda me falta...
Serve para descobrir. O tempo chegou até aqui e eu sei o que não sabia ontem...
domingo, 9 de novembro de 2008
sábado, 8 de novembro de 2008
pontos resplandecentes de positividade
Vibração
Estendal
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Os dicionários são amigos
Segue conselho dirigido ao senhor José e à menina Carlota:
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Relato
Visto daqui
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Este dia
Deturpação... pensando melhor:
Análise!
Óscar Wilde, pensou, disse e escreveu
Estamos todos na merda mas alguns exalam um delicado perfume.
Gina, pensou e sem dizer escreveu
Espantalho
Saudade
.........................lembrei-me.........................
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Humidade
Há no ar um cheiro que poderia dizer ser de clorofila mas cheira-me a coentros. Aqui na minha terra, Loures, nesta altura do ano e devido à humidade, há no ar um cheiro a coentros penetrante. Quando era criança não era assim que o identificava, cheirava-me a chuva. Chegavam as primeiras chuvas e sentia aquele cheiro a chuva e a regresso à escola. Já não sou criança e sei que a chuva não tem cheiro mas sim que os liberta. E hoje cheira-me a coentros. É das hortas, estou rodeada delas. É do descampado desta terra pacata e evoluída apesar das hortas. Pois seja, cheira-me a coentros...O meu blog em pedaços- quatro
O meu nick foi escolhido para ser um nick. Chamo-me Gina como figura por aí em tantos post's neste blogue. Mas achei que se pusesse Gigi ficava original e mimoso, e ainda tinha a benesse de não ser bombardeada com provocações do estilo que descrevo elaboradamente neste post.
Hoje, tenho pena de não me ter marimbado para essa ideia e agora é um pouco tarde pois aqui sou conhecida como Gigi... e por Gigi me fico.
Não escolhi um nick para me armar naquilo que não sou. No sítio da vida em que estou já tenho em mim que apenas me armarei em algo que realmente seja e não em algo que não sou. Se eu estiver a armar-me em alguma coisa é porque sou essa coisa...
A Gigi é a Gina e a Gina é a Gigi; sou eu e estou aqui.
Voltinha
'Tou-me a cagar'
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Ler e escrever
Ler e escrever... estas duas actividades poderiam e deveriam estar ligadas mas em mim não estão. Logo eu que sempre adorei livros! Quando vou a casa de alguém, espreito sempre as prateleiras para ver que livros têm e só não os folheio se não puder... Quando não conheço ainda bem os donos da casa, se conseguir ler os títulos dos livros que estão nas suas prateleiras é meio caminho andado para saber mais ou menos com quem estou a lidar.
Em suma, gosto do saber que os livros oferecem mas tenho-os desacompanhado um bocado.

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