(E escrevo posts interessantíssimos...)
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As palavras escritas têm um impacto mais forte que as palavras ditas.
As ditas leva-as as intempéries, logo mais já ninguém lembra.
As escritas não, ficam agarradas ao papel, não abalam por nada nem se abalam com nada.
Abalar, abalar... abalam quem as lê, ao depois de abalar quem as escreveu...
Num tachinho leve ao lume a manteiga e, quando derretida, junte-lhe a maisena e o leite e deixe engrossar, mexnedo sempre para não ganhar grumos.
Adicione depois as natas e deixe levantar fervura. Retire do lume, junte a gema e mexendo de imediato, com cuidado, para não cozer e rectifique os temperos.
Num pirex, disponha o puré em montinhos junto à borda, ao centro as delícias cortadas e previamente cozidas e cubra com o molho.
Polvilhe com queijo ralado e leve ao forno a gratinar.
Eu modifiquei umas coisitas. Não há cozinheiro que se preze que não faça os cozinhados ao seu jeito, que não lhes dê um toque pessoal. Concordo com esta ideia e faço uso dela frequentemente.
Na foto que figura aqui em baixo:o puré é instantâneo
o molho leva cebola, alho, louro
a juntar às delícias do mar temos pimento verde, pimento vermelho, pimento amarelo
para polvilho servi-me de pão ralado
e como decoração pus rodelas de linguiça...
E é assim: BOM APETEITE!!!
Post Scriptum
A foto acima é o jantar que estava ontem no forno...
O Confúncio não sabia que não existe um trabalho de que se goste, porque quando se gosta de um trabalho, tal... deixa do o ser!
À Sexta-feira não custa tanto trabalhar. E... trabalhar-se-ia muito menos se só se trabalhasse às Sextas.
Hum... Este tipo de riqueza começa um bocado mais cedo; para aí aos 41 anos, 3 meses, 18 dias, 4 horas, 25 minutos e uns quantos segundos impossíveis de contar pelo rápidos que eles são...)Prata nos cabelos.
Pedras nos rins.
Chumbo nos pés.
E uma fonte inesgotável de gás natural...
Nunca se pensou que a partir dos 50, se pudesse ter uma riqueza tão grande!