segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Que alegria!

Parece que o grosso da população nacional, quiçá mundial, regressou hoje ao trabalho... Que alegria eu sinto por não fazer parte desse grosso... farei parte do menos grosso da população nacional, quiçá mundial, que regressará ao trabalho e às escolas no próximo dia 15 de Setembro. Que alegria!
Entretanto, e aparentemente, não tenho grandes assuntos para escrever. Não tenho histórias. Aparentemente. Mas elas chegarão. E elas serão escritas. Andei por aqui a ver os meus rascunhos, aprontei e finalizei uma das histórias que vai para o ar já de seguida.

Férias!!! - e consequentes alterações comportamentais vulgarmente associadas a elas


Eh pá...! Grande título...!


Primeiro dia:

Todo ele (o dia) gira à volta do cansaço provocado pela grande viagem, mas apesar dele (o cansaço) não se resiste a um mergulho na piscina e a um saltinho até à praia só para ver se ainda está tudo no mesmo sítio, se o mar tem o mesmo cheiro, se se lava o olhar e a alma com a vista sobre a imensidão que é o mar Mediterrâneo, ver aquele mar é sempre tão grandemente regenerador. Há que aproveitar, à noite logo se dorme...

Segundo dia:

É o dia de ambientar as cabeças ao novo ritmo de vida. Cá dentro ainda tudo oscila tentando manter o equilíbrio e, convenhamos que habituarmo-nos a mexer e a viver num espaço com as coisinhas todas, desde utensílios de cozinha a roupas de cama e a móveis para viverem em conjunto quatro pessoas, que caberia inteirinho e com tudo aquilo que mencionei dentro da minha sala, leva o seu tempo... mas férias... é FÉRIAS!!!

Terceiro dia:

É o dia da moleza, pura e simplesmente... é o dia da - ainda não sentida - habituação a ela, essa malvada - a moleza nos corpos pertinaz e teimosa em sair de onde se instalou... malvada! Ai... ainda bem que se pode deixá-la andar por aqui e até nem faz mal nenhum nem nada porque estamos mesmo... de FÉRIAS!!!

Quarto dia:

É caracterizado pela tentativa inglória de vencer a inércia do dia anterior e não nos deixarmos ir atrás da preguiça constante. Afinal férias não deveria ser só - praia de manhã e de seguida, ainda antes do almoço, dirigirmo-nos à piscina e lavar os pés que inevitavelmente trazemos cheios de areia e lavá-los lá na torneira a isso destinada, mergulhar na piscina para refrescar do caminho da praia até lá, e esperar que da parte da tarde a programação da nossa vida - neste caso as FÉRIAS!!! - seja exactamente igual à manhã que tivemos, não... pois há o pensamento que deveríamos mudar um bocadinho, agarrar no carro e ir ver sítios e coisas giras... 'pera aí... carro...? o que é isso...? ai a gente veio de carro até aqui...? ai foi...? já nem me lembrava... aliás, até já nem fazemos qualquer distinção entre passeio e estrada, parece-nos tudo igual e também nos parece que sempre vivemos aqui entre paria e piscina.

Quinto dia:

Já nem sequer me lembro que estou num supermercado vestindo apenas um bikini e uma saia que não tem mais de trinta e cinco centímetros de comprimento... aliás, qualquer trapinho a mais do que apenas isso em cima do pêlo faz-me cá uns calores... ui...!

Sexto dia:

Devido ao descanso físico e mental, acordo com a sensação que levei a noie inteira a sonhar. Os sonhos são imensos e todos desconexos uns com os outros e com a própria vida não fazendo qualquer sentido. Para compensar o cansaço (afinal ainda me consigo cansar...) que os sonhos produziram na cabeça, verifico que - finalmente!!! até que enfim, pá!!! - misturo na cafeteira a água e o café na dose certa. Até este dia fiz sempre um café tão forte que mais parecia uma bomba... é que eu só sei fazer doces...

Sétimo dia:

Tem um sabor de "última vez", de "até quando?", de despedida e saudade. As saudades que já sinto das férias que ainda não terminaram misturam-se com as saudades de casa, das minhas coisas, de ouvir falar a minha língua, do meu blog... muitas saudades...

Oitavo dia:

O dia do caminho de volta, de passar pelos mesmos sítios, lembrar alguns, reparar noutros que teriam eventulmente passado despercebidos ou então, simplesmente não os tinha olhado e deliciar-me por vê-los desta vez. De Sevilha para cá é um regresso às paisagens típicas dessa zona e que tantos ares dão ao Alentejo. Ele, o Alentejo, dá-nos as boas vindas quando entramos no nosso país que tem os nossos costumes e a nossa gente. O Alentejo das estradas estendidas por aí fora, até perder de vista... Entrei na minha casa e dou-me conta, uma vez mais, que o meu lar é tão doce e não enjoa nada...


domingo, 31 de agosto de 2008

E já cheguei!



Tal como escrevi no post anterior - tive umas saudades do caraças disto aqui.... nos primeiros dias a "novidade" era tanta que até nem me lembrei assim muito de escrever, confesso. Eu precisava mesmo de fazer como que um intervalo na minha vida e, por ter a capacidade de privar-me e talvez até abstrair-me das minhas coisas e da minha vida, aproveitei estas férias para isso mesmo - deixar os pesos e as regras que - quer eu queira quer não - ditam a minha vida, esvaziar a mente de coisas género "tem que ser", ver e ouvir outras gentes e outros costumes, respirar outra atmosfera, em suma... fazer um intervalo.

Os dias foram passando leves e lentos - e sabe tão bem que os dias de férias passem assim...! - e a vontade de escrever logo se fez sentir, até escrevi lá no meu caderno dos desabafos algumas coisitas e também tive umas ideias que posteriormente aqui publicarei...

Hoje de manhã, quando liguei o PC, verifiquei que tinha mais comentários que o costume por haver tantos dias que aqui não me dirigia. Gostei de todos eles e respondi a todos eles, e, conforme ia lendo e respondendo, apercebi-me que ainda gosto muito de aqui escrever. E que, apesar do bem que soube o intervalo que fiz, afinal... ainda sei escrever...


sexta-feira, 22 de agosto de 2008

E assim me vou. De férias.



Vou ter umas saudades do caraças de vir aqui pôr as ideias ao fresco e, ao que parece, também deixo saudades.
Esta última, ainda hoje me surpreende e assombra mas não sei demonstrar nem agradecer dizendo qualquer coisa, solene ou pelo contrário, descontraída. Como tal, julgo ser por isso que estou a escrever, pois não sabendo falar, ao menos sempre fica registado em qualquer parte o prazer que tenho quando sei que há alguém que sentirá saudades de ler o que para aqui escrevo.
Voltando ao assunto - FÉRIAS!!! - elas, as férias, são muito desejadas e apetecidas, tenho a certeza que serão fantásticas e que me divertirei bastante, apesar da impossibilidade de, durante este espaço de tempo, escrever daqui para o mundo.
Voltarei. E agora é que me vou. Até já.

De quando em vez...

... lá sou agraciada com a presença de um gajo das obras - na qualidade de cliente - que não acha que eu, só porque sou mulher, não sei o que é um tampão macho sextavado de meia polegada de latão cromado... fui agraciada com a presença de um gajo das obras simpático e batati-batatá por aí fora...
Sim, porque os gajos das obras - na qualidade de clientes - não têm que ser todos carecas, barrigudos, peludos, tão estúpidos quanto o é um pneu, pestilentos, trajar indumentária largueirona, rota e suja de pó e de pingos de tinta e, nem todos, têm que trazer os olhos brilhantes pela pinga a mais quando vêm depois d'almoço...
De quando em vez lá recorta a luz que me entra pela porta uma figura daquelas que lava a vista - bonito, simpático, cheiroso e... educado.
O último predicado é, não me resta qualquer dúvida, o mais agradável e útil... que, em se juntando aos outros... são um complemento bastante favorável à minha boa disposição, profissionalmente falando.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Férias 2008

A rica filha leu o aviso que está escarrapachado na montra para que todo e qualquer um possa saber que é feito de mim. Depois ralhou comigo:
- Mãe!... Ninguém escreve estas coisas!... Ninguém escreve "eh pá!" num papel que põe na montra, mãe!...

Aviso aos clientes e amigos a quem estimamos e também a quem interesse:

Ah pois é!... Vamos estar encerrados para descanso do pessoal menor de 23 de Agosto até 7 de Setembro!

Eh pá...! Tenham paciência e esperem por nós, está bem...?

Será mesmo que não há mais ninguém que escreva desta maneira descontraída com que escrevo um aviso para pôr na montra?
Certamente não serei a única... e gostava muito de conhecer alguém com umas manias semelhantes às minhas... assim só para descarregar a consciência... para não parecer demasiado maluca...

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Está na hora de mudar

Não o conheço há muito tempo mas sei o suficiente para saber que ele está a fazer um grande esforço para mudar de vida. A juventude tem sido repleta de histórias - umas mirabolantes, outras banais.
A vida chegou-lhe até aqui e hoje ele encontra-se num estado tal de desnorteio e confusão, que tem discernimento para perceber quão imprescindível é mudar de atitude... agora!!! E radicalmente...
Não sei se será da minha sensibilidade ou se outros verão aquilo que eu tão bem vejo. Seja como for, chamou-me a atenção o olhar perdido que ele tem e quase lhe consigo ouvir os pensamentos.
Puxa de um cigarro e fuma-o sem prazer porque lhe faz falta um fumo mais intenso, que lhe lave a alma e o sentir... e participa nas conversas, e ri, e sorri, sempre com aquele olhar esmorecido. Apesar das falas, dos risos e dos sorrisos, dos olhos não lhe abala a tristeza, eu bem vejo.
Está acompanhado pela família e pelos amigos mas sente falta de alguém por existir. Está à espera e ao mesmo tempo sabe que não chegará nunca a pessoa que não existe... é por isso aquele olhar, estão lá as adversidades e as impossibilidades todas da sua vida.
Há coisas que têm que ser ultrapassadas por nós mesmos. E a família e os amigos, esses, têm que acompanhar e ficar à espera que passe. Não há outro modo, tenho pena.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Desejo


eu queria que as minhas palavras escritas jamais magoassem alguém


Devaneio

Só as crianças conseguem ser simples... e conseguem-no pela inocência... e a inocência existe pela falta de vivência... e é pela existência da inocência e pela inexistência de vivência que não usam a prudência, não têm ainda a inteligência suficientemente desenvolvida para que saibam que existe um alerta chamado prudência.

O texto acima tem demasiadas "ências"...

Confusão

Tocava na Rádio Comercial Within Temptation quando o senhor Rodrigues exclamou, completamente absorto pela nostalgia:
- Ah...! Quem me dera o tempo em que eu ouvi isto pela primeira vez...! É a Tonicha. Esta canção foi lá fora à Eurovisão há mais de trinta anos!

Apenas a frase do meio do senhor Rodrigues é verdadeira. Concluo que está ainda mais surdo do que eu supunha... confundir os Within Temptation com a Tonicha a cantar a "Menina do Alto da Serra"... é obra!

Observação

Tenho atitudes e palavras que demonstram claramente opiniões que tenho e situações que vivo. Não acho que tenha que esconder de alguma forma o que quer que seja e, é por isso mesmo que há momentos em que essa minha transparência me causa algum embaraço e inclusivamente me sinto muito desiludida porque aquilo que demonstro não é bonito nem agradável e, afinal, é mesmo aquilo que sinto.

Onde habitualmente bebo o primeiro café do dia por sugestão da dona do estabelecimento, fiquei a dever cinco cêntimos para não pagar com uma nota de cinco euros.
Baseada naquilo que vê e observa em mim, a minha filha perguntou-me repentinamente:
- Mãe, porque é que não pagas tudo? É para teres mais um motivo para sair da loja?


Não escondo que às vezes me dava muito jeitinho ter um "bom" motivo para sair por momentos da loja e que outras vezes aproveito mesmo para me escapar dali para fora, isso é notório nas minhas atitudes e nas minhas palavras... por isso a observação que a rica filha fez em forma de questão tão prontamente...

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

no ginásio, vi de passagem...

o tal professor... que o melhor que tenho a fazer é escrever apenas que é um mocinho com montes de piada para não estragar repentinamente a minha reputação porque dá-me muito mais prazer estragá-la aos bocadinhos...

a bicha... cujo histerismo se encontra quase exclusivamente no modo lânguido e sedutor com que se desloca e no apetite voraz que tem no olhar...

a tia... podendo vir tanto de Cascais como ali do Bairro Alto e que acompanha toda a aula de Pilates com queixas exaustivas, raiando a birra totalmente despropositada e infantil...

a jovem... lisinha e com tudo no sítio... mais palavras p'ra quê...? ai ai...

a cota gorda que nem uma porca... que enquanto anda e não anda consigo ouvir a desgraçada da passadeira aos gritos por ter tanta carne em cima dela...

o gajo podre de bom... e tão grande, e tão musculado, e tão rijinho, e tão tudo de bom... que parece sempre ter o peito cheio de ar e a qualquer momento irá explodir estilhaçando-se em mil e um pedacinhos pequenininhos que eu com prazer apanharia do chão e juntaria de modo a ficar tão bom como era antes...

a gaja vaidosa mas com motivo para tal... é uma gaja três l's - linda, loura e lisa... chama a atenção deles e sabe-o muito bem...

a mulher... que aparenta ter todo o peso do mundo nas suas costas, toda a tristeza nos olhos e investe em exercício na esperança de que a carga diminua e a tristeza também...

a empregada de limpeza... cujo olhar anda sempre carregadinho de inveja daquelas que podem deixar as toalhas molhadas pelo chão, os cabelos no poliban e toda a classe de porcarias por onde muito bem lhes apetecer, "são cá umas porcas estas gajas do ginásio" pensa ela...

a gaja vaidosa mas sem motivo para tal... passa feia e banhuda levando consigo os olhares masculinos para lhe alimentar o ego... é que apesar da fealdade e das banhas... eles olham à mesma...

o professor... que já por várias vezes tive vontade de mandar à merda porque passa a vida a dizer-me que faço todos os exercícios contra vontade...

a recepcionista... que entre uma entrega de cartão de sócio e o preenchimento de uma folha de inscrição dá uma espreitadela no Hi5...

o paneleiro... que entre um aparelho de musculação e outro, conversa pelo telemovel e adverte o namorado acerca dos perigos que este corre se não fizer assim como ele lhe está a dizer, ou combina a próxima saída com os amigos, ou trata de negócios, ou lembra a empregada doméstica do que esta tem que fazer lá em casa...

Importante

Agora ando armada em importante:

- quando ando na rua levanto o olhar do chão, ainda que não haja vantagem alguma porque assim já não vou encontrar dinheiro perdido...
- amando os ombros para trás, o que até é porreiro porque parecerá que com esta idade ainda saio vitoriosa sobre a gravidade que sempre quer puxar algo para baixo...
- empino tanto o narizinho que se ele tivesse olhos veria o céu...

É que:

- moro em Loures, onde há brigas, tiroteio, mortos e feridos e, por isso, há mais animação agora do que houve durante os festejos da cidade...

- vou de férias para (muito perto de) Málaga e há lá bombas daquelas que explodem fazendo grande banzé e alvoraçando os turistas que apenas querem descansar em paz e sossego, curtir a praia, ver coisas giras e comprar umas futilidades e assim...

Então:

- toda a gente me vem perguntar se o tiroteio foi lá ao pé de mim. Respondo que não, o tal bairro ainda é longe da minha casa, dista para aí uns quatro quilómetros...

- e... quem sabe para onde vou de férias já me avisou para ter cuidado com os meus meninos e com as bombas. Respondo que está bem, eu tenho cuidado com os meninos, com as bombas e assim...

domingo, 17 de agosto de 2008


Hoje foi um dia de praia e piscina!... Horas de grande júbilo se viveram por aqui!...

foto: Ericeira - S. Julião, 17 de Agosto de 2008

sábado, 16 de agosto de 2008

O leitor mais cobiçado diz que não lê para não me limitar a criatividade. Eu cá acho que ele tem é medo das minhas palavras.

Cor-de-laranja


Assombrada, admiro a coragem de quem pinta as unhas de cor-de-laranja!!!

Afirmação


firmemente afirmo que:

computador + fogão + eu = asneira

Post sem imaginação

Recebi um mail com um endereço que, alegadamente, seria interessantíssimo ( clica aqui. ), pois no assunto vinha a seguinte frase:

"recebe a (va)gina que te dou"

Tinha mesmo que ser... eu sabia que ia sair qualquer coisa assim... ou assim...

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Lá acontece...

Lá vai acontecendo que, aquando das visitas de vendedores, eu seja contemplada com a presença de alguém que no trato seja um bocadinho para lá de simpático mas sem a lamechice que normalmente vem associada à simpatia excedente. Lá acontece...
A presença era jovial, o que é expectável uma vez que ele é, de facto, jovem. Apresentou-se descontraidamente, pólo azul marinho e calças de ganga variando bastante do comum vendedor, o estilo era algo semelhante a - " gravata...? querias...! eu lá preciso andar de gravata p'ra vender!?"
Os olhos eram enormes, muito vivos e não se desviavam quando dizia qualquer coisa, também aí residia o invulgar.
Falou das férias e assim, riu-se bastante quando lhe disse que me parecia que ele viria do INE e eu deixei-me contagiar pela boa disposição dele, também eu variei bastante do comum atendimento que faço aos vendedores que tenho que aturar.
Talvez eu tenha ficado feliz por não ver má cara pelo baixo valor do material pedido, talvez eu tenha ficado feliz por ver rir, não sei.
Até sei - fico feliz quando vejo, e principalmente quando converso, com alguém que aparenta uma descontracção e uma felicidade que eu não sei onde arranjar e sou contagiada com bons sentimentos por quem assim consegue ser.

O rico filho, eu e os gelados na nossa vida


Quando o rico filho era piriri* não gostava de gelados. Ou, pelo menos, não gostava assim muito de gelados.
Mas, um gelado no fim, que é como quem diz um gelado piriri, atraía o seu olhar e aguçava-lhe o apetite, principalmente se esse gelado fosse o gelado da mãezinha dele...
Durante... talvez anos, eu não tive direito a comer o meu gelado até ao fim, antes de o acabar dava-o ao rico filho que lhe anulava a existência com muito prazer!
Hoje a história repete-se mas os meandros são um pouco diferentes. Eu explico: eu dou o resto do meu gelado ao rico filho mas é porque não tenho vontade de o terminar e não porque ele mo peça...
Ao que eu cheguei - não ser capaz de acabar com um gelado...!

*pequenino

foto: o rico filho no tempo em que tinha metade do tamanho de uma vassoura...